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Festival de jazz no Capão

Já em cartaz A morte de Quincas Berro D’água

Considerado por muitos críticos a melhor obra de Jorge Amado, A Morte e a morte

de Quincas Berro D’Água ganha a primeira adaptação para o cinema pelas

mãos do diretor e roteirista  Sérgio Mchado. O romance já foi  traduzido para 21 idiomas e,

só no Brasil, já vendeu mais de 3 milhões de exemplares – se tornando a segunda obra mais vendida do escritor baiano no País. Quincas Berro D’Água

‐ pseudônimo do ex‐funcionário público

Joaquim Soares da Cunha

‐ é o líder de uma turma de malandros de Salvador que tem o azar de falecer na

madrugada do dia em que completaria 72 anos.

Mas, como para esse grupo a morte é apenas um detalhe,

Quincas ainda vai aprontar muita coisa antes de morrer pela segunda vez.

A Morte… é uma crítica azeda aos comportamentos burgueses, numa Bahia composta por

duas sociedades paralelas e que quase nunca se encontram.

Para o filme, o personagem de Quincas  ganhou um intérprete de peso:

o ator Paulo José. Dividem a cena com Paulo, Marieta Severo, Mariana Ximenes,

Vladmir Brichta, Flávio Bauraqui, Irandhir Santos, Luis Miranda

e Frank Menezes, além das participações

especiais de Milton Gonçalves, Othon Bastos, Walderez de Barros e Carla Ribas.


Quincas Berro D’Água já tem site oficial e blog, com histórias de bastidor,

fotos, vídeos e promoções  inusitadas tendo a boemia

como tema, no endereço  http://www.quincasberrodagua.com.br.

Preservando a atmosfera leve da comédia, o blog será marcado

pela descontração e interação, com a participação do diretor

Sergio Machado, dos atores e da equipe técnica.

SINOPSE
Rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia, o ex‐funcionário

público Quincas Berro d’Água  é encontrado morto em sua cama.

Inconformados com sua morte, seus melhores amigos “roubam”

o corpo e o levam para uma última noite regada a festa e muita bebida.

Em meio a mil confusões, Quincas  “vive” a sua segunda e definitiva morte,

desta vez como sempre sonhou. Baseado na obra de Jorge Amado.

Considerado por muitos críticos a melhor obra de Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água ganha a primeira adaptação para o cinema pelas mãos do diretor e roteirista Sérgio Mchado. O romance já foi traduzido para 21 idiomas e, só no Brasil, já vendeu mais de 3 milhões de exemplares – se tornando a segunda obra mais vendida do escritor baiano no País. Quincas Berro D’Água ‐ pseudônimo do ex‐funcionário público Joaquim Soares da Cunha ‐ é o líder de uma turma de malandros de Salvador que tem o azar de falecer na madrugada do dia em que completaria 72 anos.  Mas, como para esse grupo a morte é apenas um detalhe, Quincas ainda vai aprontar muita coisa antes de morrer pela segunda vez.

A Morte… é uma crítica azeda aos comportamentos burgueses, numa Bahia composta por duas sociedades paralelas e que quase nunca se encontram. Para o filme, o personagem de Quincas ganhou um intérprete de peso: o ator Paulo José. Dividem a cena com Paulo, Marieta Severo, Mariana Ximenes, Vladmir Brichta, Flávio Bauraqui, Irandhir Santos, Luis Miranda e Frank Menezes, além das participações especiais de Milton Gonçalves, Othon Bastos, Walderez de Barros e Carla Ribas.
Quincas Berro D’Água já tem site oficial e blog, com histórias de bastidor, fotos, vídeos e promoções inusitadas tendo a boemia como tema, no endereço  http://www.quincasberrodagua.com.br. Preservando a atmosfera leve da comédia, o blog será marcado pela descontração e interação, com a participação do diretor Sergio Machado, dos atores e da equipe técnica.

SINOPSE
Rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia, o ex‐funcionário público Quincas Berro d’Água é encontrado morto em sua cama. Inconformados com sua morte, seus melhores amigos “roubam” o corpo e o levam para uma última noite regada a festa e muita bebida. Em meio a mil confusões, Quincas “vive” a sua segunda e definitiva morte, desta vez como sempre sonhou. Baseado na obra de Jorge Amado.
Considerado por muitos críticos a melhor obra de Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água ganha a primeira adaptação para o cinema pelas mãos do diretor e roteirista Sérgio Mchado. O romance já foi traduzido para 21 idiomas e, só no Brasil, já vendeu mais de 3 milhões de exemplares – se tornando a segunda obra mais vendida do escritor baiano no País. Quincas Berro D’Água ‐ pseudônimo do ex‐funcionário público Joaquim Soares da Cunha ‐ é o líder de uma turma de malandros de Salvador que tem o azar de falecer na madrugada do dia em que completaria 72 anos.  Mas, como para esse grupo a morte é apenas um detalhe, Quincas ainda vai aprontar muita coisa antes de morrer pela segunda vez.

A Morte… é uma crítica azeda aos comportamentos burgueses, numa Bahia composta por duas sociedades paralelas e que quase nunca se encontram. Para o filme, o personagem de Quincas ganhou um intérprete de peso: o ator Paulo José. Dividem a cena com Paulo, Marieta Severo, Mariana Ximenes, Vladmir Brichta, Flávio Bauraqui, Irandhir Santos, Luis Miranda e Frank Menezes, além das participações especiais de Milton Gonçalves, Othon Bastos, Walderez de Barros e Carla Ribas.
Quincas Berro D’Água já tem site oficial e blog, com histórias de bastidor, fotos, vídeos e promoções inusitadas tendo a boemia como tema, no endereço  http://www.quincasberrodagua.com.br. Preservando a atmosfera leve da comédia, o blog será marcado pela descontração e interação, com a participação do diretor Sergio Machado, dos atores e da equipe técnica.

SINOPSE
Rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia, o ex‐funcionário público Quincas Berro d’Água é encontrado morto em sua cama. Inconformados com sua morte, seus melhores amigos “roubam” o corpo e o levam para uma última noite regada a festa e muita bebida. Em meio a mil confusões, Quincas “vive” a sua segunda e definitiva morte, desta vez como sempre sonhou. Baseado na obra de Jorge Amado.

NEOJIBÁ FAZ APRESENTAÇÃO A 1 REAL

Programa de Preservação de Acervos do BNDES

O Programa de Preservação de Acervos 2010/2011 do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contará com recursos não reembolsáveis, oriundos do fundo cultural da instituição, no valor de R$ 24 milhões. O anúncio foi feito hoje (17) pelo banco, que elevou a dotação para o programa, anteriormente de R$ 8 milhões, informou a assessoria do BNDES.

Poderão se candidatar ao edital projetos de preservação de acervos arquivísticos, bibliográficos e museológicos. O superintendente da Área Industrial do BNDES, Julio Ramundo, destacou a abrangência dessas ações, na medida em que surtem efeito sobre toda a cadeia da economia da cultura.

Catalogação, higienização e acondicionamento, restauração e instalação de sistemas de segurança são alguns dos objetivos que os projetos podem apresentar. A partir dessa edição do programa, o BNDES decidiu incluir também a categoria de visitação para o apoio financeiro.

Essa nova categoria prevê ações para valorização do turismo, envolvendo, por exemplo, a capacitação de profissionais, elaboração e impressão de guias, inovação de técnicas expositivas.

Os projetos poderão ser admitidos em duas modalidades: individual e âncora, com o objetivo de ampliar as possibilidades de apoio. Ou seja, poderão concorrer propostas referentes a um único acervo ou a vários acervos aglutinados por um elemento comum. Os projetos individuais terão recursos limitados a R$ 1 milhão cada, enquanto os projetos âncora receberão aporte de R$ 5 milhões cada.

A chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, Luciane Gorgulho, observou que as mudanças introduzidas no edital objetivam ampliar o alcance do apoio do banco, permitindo que seus efeitos sejam mais significativos.

Desde que foi criado, em 2004, o Programa de Preservação de Acervos do BNDES apoiou 123 projetos, que propiciaram investimentos de cerca de R$ 24 milhões, informou a assessoria do banco.

Já se inscreveu no Workshop da Funceb?

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