SELEÇÃO DE ELENCO – Salvador

A empresa CELEIRO CULTURAL convoca interessados em participar da SELEÇÃO DE ELENCO do filme de longa-metragem “FAROESTE CABOCLO”, direção de Renê Sampaio, que está em processo de pré-produção. Procuramos bons atores , de preferência desconhecidos da grande mídia, profissionais, amadores ou sem muita experiência com as seguintes características:

Homens:
Personagem 1:
Pardo, moreno ou mulato, 23 a 26 anos, alto, atlético, macho, muito atrativo, carismático, seguro de sim.

Personagem 2:Pardo ou branco mestiço, 23 a 26 anos, comum, cheio de atitude.

Personagem 3:
Branco ou meio pardo , 40 a 45 anos, estatura normal, bonachão, simpaticão, simples.Tem que falar “portunhol” bem, ou seja, pode ser boliviano ou peruano ou chileno ou colombiano, enfim, de qualquer país latino de língua espanhola.

Mulheres
Personagem 4:
Parda ou morena, pode ser quase loira, 18 a 21 anos, atrativa, corpo bonito, menina de interior, simples.

INSCRIÇÕES:
Enviar 01(uma) foto de rosto e 01(uma) foto de corpo inteiro com boa qualidade técnica juntamente com currículo resumido e telefones de contato para o e-mail celeiro.faroeste@gmail.com ou entregar no escritório da Celeiro Cultural, situado a rua Marechal Gabriel Botafogo, s/nº, no Forte do Barbalho, sala 02, Barbalho, Salvador- Bahia, das 14 às 17 horas.

PERIODO: De 04 a 16 de maio de 2009.

Os selecionados através das fotos serão convocados para ENTREVISTA e/ou teste de vídeo com o diretor do filme nos dias 20, 21, 22 e 23 de maio.

TELEFONE PARA CONTATO: 71 3117-1446 (horário comercial)

Incarcânu A Tiortina no Exterior

incarcanu-a-tiortina

Vai rolar muita Tiortina no próximo verão europeu, mais especificamente em Roterdam, na Holanda, pois o filme de Tau Tourinho e Gabriel Lopes Pontes, Incarcânu A Tiortina, representará Santo Antônio de Jesus, a Bahia e o Brasil no II Festival de Filmes Independentes Câmera Mundo.

 Organizado pela Fundação Câmera Mundo, que se dedica a exibir produções audiovisuais independentes e de baixo orçamento, o Festival de Filmes Independentes Câmera Mundo que ocorrerá nos dias 26, 27, e 28 de Junho/2008, além de dar a jovens diretores um palco internacional, abrir portas e fazer intercâmbios, estimula a profissionalização artística para que resulte em geração de renda e conseqüentemente em autonomia e independência.

 Incarcânu A Tiortina está fazendo grande sucesso e já participou da 35ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia; 1ª Feira de Livros de Jaguariúna, São Paulo; 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; 6º FestCine Amazônia; Arraial CineFest, Porto Seguro/Bahia e atualmente está inscrito nos seguintes festivais: Cineport/Paraíba; Cinesul/Rio de Janeiro; Ouro Preto e Belo Horizonte/Minas Gerais; Obenhausen/Alemanha e Estocolmo/Suécia.

 Tau Tourinho é artista plástico de Santo Antônio de Jesus, Bahia, Brasil, expressando-se através de desenhos, pinturas, instalações e participando de Bienais, Mostras e Salões de Arte. Em 1990, enveredou pelo audiovisual produzindo filmes de arte e institucionais e, em 2004, fundou juntamente com a UNEB Campus V o Cineclube PAPA-JACA. Estreou como cineasta com o curta metragem Má Vida.

 Gabriel Lopes Pontes é formado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, especialista em História-Imagem e Mestre em Artes Visuais pela mesma instituição. Atua como artísta plástico, teatrólogo e historiador em Salvador, Bahia, Brasil. Incarcânu A Tiortina é seu primeiro filme.

Parabéns a nosso amigo Tau Tourinho!!! Que esse seja apenas o início!

Trio une o interior na capital da folia

O Sertão do São Francisco e o Recôncavo Baiano se encontraram com a folia soteropolitana no Campo Grande, nesta segunda-feira. O trio “No Interior da Folia” passou pelo circuito Osmar, animado pelos grupo Matingueiros, de Juazeiro, e Gêge Nagô, de Cachoeira, além dos cantores Guda Monteiro e Ulisses Castros, ambos de Santo Amaro da Purificação. A banda Matigueiros, que tem em seu currículo a pré-indicação do Grammy Latino 2007, na categoria música regional, apresentou o melhor da música do São Francisco. Entre cocos, cirandas, xaxados e forró, o grupo cantou o ijexá Guia dos Ventos, em referência aos Afoxés, homenageados do Carnaval 2009. O casal Olímpia Filha e Robson de Oliveira vem, há 11 anos, de Itapetinga para Salvador curtir o Carnaval. Eles adoraram encontrar com a cultura do inteiror no meio da folia momesca. “Maravilhoso. Isso é que é dar espaço à diversidade da Bahia”, diz Olímpia. O casal já conhecia o som da banda Matingueiros, que se apresenta sempre em Petrolina, e aproveitaram para dar outras dicas de atrações para o Carnaval. “Da nossa terra, Itapetinga, temos o forró do deputado federal, Mão-Branca, maior representante da nossa música”, sugere Robson, pegando sua esposa para dançarem, agarradinhos, mais um baião da Matingueiros. Diversidade – Outra dupla animada é formada pelas foliãs Maria Augusta, 56 anos, e Jane Maria dos Santo, 70 anos. Carnavalescas desde o tempo do pierrot e “de quando as crianças ainda tinham medo de careta”, elas se divertem na passagem dos grupos do inteiror, enquanto aguardam a passagem do bloco É com esse que eu vou. “Ótima iniciativa de mostrar a riqueza da Bahia. Carnaval tem que ter tudo”, anima-se Maria Augusta, sem parar de dançar. E completa: “O que tocar eu danço”. O cantor Ulisses Castro mostra-se feliz com a possibilidade de tocar a música do Recôncavo no Carnaval. “A Bahia é um caldeirão de ritmos. Preparamos sambas e chulas de Santo Amaro para homenagearmos nossa grande representante, a sambista Edith do Prato que nos deixou este ano”, explica o santo-amarense. Outro filho da cidade, Guda Monteiro mora na Itália há 15 anos, onde vem divulgando a música brasileira, em especial a baiana. “Os italianos, como todos os europeus adoram nossa música. Há uma grande receptividade para o nosso trabalho na Europa”. No trio, Guda apresentou suas versões em samba-reggae de músicas dos Novos Baianos e Tim Maia, suas grandes referências musicais. Afro-religioso – O vocalista Márcio Duarte, da banda Gêge Nagô, de Cachoeira, define o grupo como ‘um coral afro-religioso’. “Nos inspiramos nas canções dos Tincoãs e em cantos de candomblé e samba de roda”. Mateus Aleluia, último remanescente dos Tincoãs é um dos integrantes do Gêge Nagô, que interpreta também canções autorais. Para o Carnaval, o grupo trouxe muitos afoxés, em homenagem aos Filhos de Gandhy. “O Recôncavo é tão perto de Salvador, mesmo assim é pouco valorizado. Essa é uma oportundiade inédita”. Sozinha, em plena Avenida, a comerciante, Angela Dantas, 55 anos, se diverte com o que ela chama de ‘atração mais cultural’. “O Carnaval precisa mais disso, de conteúdo, de história, como esses artistas que com suas danças e roupas, revelam a cultura da Bahia”, pontua a foliã.
Texto: André Santana Fonte: O Sertão do São Francisco e o Recôncavo Baiano se encontraram com a folia soteropolitana no Campo Grande, nesta segunda-feira. O trio “No Interior da Folia” passou pelo circuito Osmar, animado pelos grupo Matingueiros, de Juazeiro, e Gêge Nagô, de Cachoeira, além dos cantores Guda Monteiro e Ulisses Castros, ambos de Santo Amaro da Purificação. A banda Matigueiros, que tem em seu currículo a pré-indicação do Grammy Latino 2007, na categoria música regional, apresentou o melhor da música do São Francisco. Entre cocos, cirandas, xaxados e forró, o grupo cantou o ijexá Guia dos Ventos, em referência aos Afoxés, homenageados do Carnaval 2009. O casal Olímpia Filha e Robson de Oliveira vem, há 11 anos, de Itapetinga para Salvador curtir o Carnaval. Eles adoraram encontrar com a cultura do inteiror no meio da folia momesca. “Maravilhoso. Isso é que é dar espaço à diversidade da Bahia”, diz Olímpia. O casal já conhecia o som da banda Matingueiros, que se apresenta sempre em Petrolina, e aproveitaram para dar outras dicas de atrações para o Carnaval. “Da nossa terra, Itapetinga, temos o forró do deputado federal, Mão-Branca, maior representante da nossa música”, sugere Robson, pegando sua esposa para dançarem, agarradinhos, mais um baião da Matingueiros. Diversidade – Outra dupla animada é formada pelas foliãs Maria Augusta, 56 anos, e Jane Maria dos Santo, 70 anos. Carnavalescas desde o tempo do pierrot e “de quando as crianças ainda tinham medo de careta”, elas se divertem na passagem dos grupos do inteiror, enquanto aguardam a passagem do bloco É com esse que eu vou. “Ótima iniciativa de mostrar a riqueza da Bahia. Carnaval tem que ter tudo”, anima-se Maria Augusta, sem parar de dançar. E completa: “O que tocar eu danço”. O cantor Ulisses Castro mostra-se feliz com a possibilidade de tocar a música do Recôncavo no Carnaval. “A Bahia é um caldeirão de ritmos. Preparamos sambas e chulas de Santo Amaro para homenagearmos nossa grande representante, a sambista Edith do Prato que nos deixou este ano”, explica o santo-amarense. Outro filho da cidade, Guda Monteiro mora na Itália há 15 anos, onde vem divulgando a música brasileira, em especial a baiana. “Os italianos, como todos os europeus adoram nossa música. Há uma grande receptividade para o nosso trabalho na Europa”. No trio, Guda apresentou suas versões em samba-reggae de músicas dos Novos Baianos e Tim Maia, suas grandes referências musicais. Afro-religioso – O vocalista Márcio Duarte, da banda Gêge Nagô, de Cachoeira, define o grupo como ‘um coral afro-religioso’. “Nos inspiramos nas canções dos Tincoãs e em cantos de candomblé e samba de roda”. Mateus Aleluia, último remanescente dos Tincoãs é um dos integrantes do Gêge Nagô, que interpreta também canções autorais. Para o Carnaval, o grupo trouxe muitos afoxés, em homenagem aos Filhos de Gandhy. “O Recôncavo é tão perto de Salvador, mesmo assim é pouco valorizado. Essa é uma oportundiade inédita”. Sozinha, em plena Avenida, a comerciante, Angela Dantas, 55 anos, se diverte com o que ela chama de ‘atração mais cultural’. “O Carnaval precisa mais disso, de conteúdo, de história, como esses artistas que com suas danças e roupas, revelam a cultura da Bahia”, pontua a foliã.
Texto: André Santana
Fonte: http://www.carnaval.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1003&Itemid=72

No Interior da Folia mostra diversidade da Bahia no Carnaval de Salvador

O Brasil vai conhecer toda a riqueza musical da Bahia. O Carnaval de Salvador, já famoso no mundo inteiro por sua diversidade, esse ano terá um plus: a musicalidade do interior da Bahia ganhará o trio elétrico e desfilará por um dos principais circuitos do Carnaval.
Numa iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado de incrementar a programação do folião pipoca e a descentralização da cultura, o Trio Independente “No Interior da Folia” alegrará a folia de momo com os típicos ritmos nordestinos de côco, umbigada, ciranda, baião e xaxado do Grupo Matingueiros, filhos do São Francisco em transição entre Juazeiro e Petrolina, que já foram inclusive indicados ao Grammy Latino.
O afoxé também mantém seu espaço, principalmente nesse ano em que é homenageado, com o grupo afrobarroco Gêge Nagô, da cidade histórica de Cachoeira. Descendentes de escravos e abençoados pelas irmãs da Boa Morte, esses meninos traduzem a africanidade na voz ao interpretar músicas do lendário grupo Tincoãs e o cancioneiro popular originado nos rituais africanos, além de canções autorais inspiradas no candomblé e no samba de roda.
A black music e o rock regional ficam por conta da banda Macambira Verniz, esta vinda do “interior de Salvador”, o bairro de Tancredo Neves. Com uma pegada mais pop dançante sem perder as raízes e com letras que denunciam sua realidade social, a Macambira Verniz promete agradar principalmente o público jovem.
O trio “No Interior da Folia” conta ainda com as participações muito especiais de Guda Monteiro e Ulisses, ambos de Santo Amaro da Purificação e com ritmos que mesclam o afoxé, a chula, o samba tradicionais com o trabalho autoral afropop. O samba-reggae à la Olodum do Corpus Negros, animadores tradicionais do São João cachoeirano e o reggae raiz de Tintim Gomes completam esse dia de folia.
O trio “No Interior da Folia” sairá dia 23, segunda-feira, a partir das 12 horas, no percurso Osmar, mais conhecido como Avenida (Campo Grande) e conta com a produção primorosa da WS Produções e da Tabuleiro Arte, Comunicação & Cultura. Este ano o Carnaval de Salvador vai revelar o que há de melhor no interior da Bahia, sua diversidade. Isso, sem dúvida, é lindo de se ver.
CONTATO:
tabuleiroproducoes@gmail.com 75 88138492 / 71 91065820

Tabuleiro e TVE registram o Carnaval do Interior

A Tabuleiro Produções em parceria com a TV Educativa da Bahia esteve nas cidades de Santo Amaro, Muritiba, Maragojipe e Cachoeira filmando manifestações pré-carnavalescas no interior da Bahia. O resultado, doze interprogramas de 1 minuto cada, já pode ser visto nos intervalos da transmissão do Carnaval da TVE e semana que vem estará disponível também em nosso canal no Youtube (tabuleiroacc).
Em Santo Amaro, durante a Festa da Purificação foram gravados interprogramas com os temas: Nego Fugido, Capoeira/Maculelê e Festa da Purificação. O primeiro conta com cenas lindas e exclusivas captadas pela excelente lente (e não é duplicidade!) de Ivan Márcio. O segundo traz a cantoria e o jogo mandingueiro de Mestre Ivan, neto de Ferreirinha e herdeiro das tradições da cidade onde a capoeira nasceu. Já o terceiro é coroado pela voz de Bethânia em música e entrevista, onde revela sua paixão e devoção por Nossa Senhora.
Em Muritiba foram produzidos vídeos da Lavagem do Bonfim, com suas mais de 300 baianas carregadas de quartinhas com água de cheiro e o som afrobarroco do Gêge Nagô. Já as caretas e cães que tomam as ruas nos 11 dias de lavagens e ternos ganharam cada um seu espaço refletindo sua picardia e beleza.
Em Maragojipe a história de Raimundo “Patrão” é contada de forma emocionante pelo mesmo, em meio às fantasias que já vestiu em 57 anos de carnaval. A cidade, cujo Carnaval será declarado oficialmente Patrimônio Imaterial da Bahia no próximo dia 23 pelo governador Jacques Wagner, revela porque merece o título.
Na cidade histórica de Cachoeira a festa é nas águas do Paraguaçú, numa saudação a rainha mãe, Yemanjá. Os presentes, preparados de véspera nos principais candomblés da cidade, são entregues na Pedra da Baleia, local sagrado para os fiéis.
Enfim, são 12 minidocs muito bem trabalhados estetica e conceitualmente que demonstram a capacidade da equipe Tabuleiro Produções.
E por falar em equipe, o mérito vai pra eles, parabéns meus meninos!!!!
Ivan Márcio, câmera 1
Charlie Augusto, câmera 2
Simão Augusto, produtor
Samir Suzart, assistente
E eu, Carine, a única mulher do meio, regendo essa tropa com muito orgulho!